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	<title>algumas considerações  &#187; Filosofia</title>
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		<title>algumas considerações  &#187; Filosofia</title>
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			<item>
		<title>Ah, sobre Jostein</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2007 14:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Potz, peguei o Mundo de Sofia emprestado. Estou lendo. Estou mesmo? Poxa vida, me surpreendo comigo mesma. Estou relaxada, estou com preguiça, estou sem ânimo.
Eu que adoro Filosofia, não consigo sair de Platão e nem cheguei nele ainda.
A culpa foi de Aristóteles. Fiquei extremamente irritada com tudo o que disse. Vou verificar minhas anotações da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=36&subd=cannecchia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Potz, peguei o Mundo de Sofia emprestado. Estou lendo. Estou mesmo? Poxa vida, me surpreendo comigo mesma. Estou relaxada, estou com preguiça, estou sem ânimo.</p>
<p>Eu que adoro Filosofia, não consigo sair de Platão e nem cheguei nele ainda.</p>
<p>A culpa foi de Aristóteles. Fiquei extremamente irritada com tudo o que disse. Vou verificar minhas anotações da Facul, vou consultar Ronaldo Arnoni.</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ps.: Nem cheguei em Schopenhauer e já estou pessimista?</p>
<p><em><strong>&#8220;Arthur Schopenhauer</strong> (</em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Danzig" title="Danzig"><em>Danzig</em></a><em>, </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/22_de_Fevereiro" title="22 de Fevereiro"><em>22 de Fevereiro</em></a><em> </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1788" title="1788"><em>1788</em></a><em> — </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frankfurt_am_Main" title="Frankfurt am Main"><em>Frankfurt am Main</em></a><em>, </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/21_de_Setembro" title="21 de Setembro"><em>21 de Setembro</em></a><em> </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1860" title="1860"><em>1860</em></a><em>) foi um </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia" title="Filosofia"><em>filósofo</em></a><em> </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha" title="Alemanha"><em>alemão</em></a><em> do </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ©culo_XIX" title="Século XIX"><em>século XIX</em></a><em> da corrente irracionalista. Sua obra principal é </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_mundo_como_vontade_e_representaÃ§Ã£o" title="O mundo como vontade e representação"><em>O mundo como vontade e representação</em></a><em>, embora o seu livro </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parerga_e_Paraliponema" title="Parerga e Paraliponema"><em>Parerga e Paraliponema</em></a><em> (</em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1851" title="1851"><em>1851</em></a><em>) seja o mais conhecido. Schopenhauer foi o filósofo que introduziu o </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo" title="Budismo"><em>Budismo</em></a><em> e o pensamento indiano na metafísica alemã. Ficou conhecido por seu pessimismo e entendia o Budismo como uma confirmação dessa visão. Schopenhauer também combateu fortemente a filosofia </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hegel" title="Hegel"><em>hegeliana</em></a><em> e influenciou fortemente o pensamento de </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche" title="Friedrich Nietzsche"><em>Friedrich Nietzsche</em></a><em>.&#8221;</em></p>
<p><em>Fonte: wikipedia</em></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cannecchia.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cannecchia.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cannecchia.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cannecchia.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cannecchia.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cannecchia.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cannecchia.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cannecchia.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cannecchia.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cannecchia.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cannecchia.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cannecchia.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=36&subd=cannecchia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O dia de Curinga</title>
		<link>http://cannecchia.wordpress.com/2006/12/18/o-dia-de-curinga/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2006 16:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Acabei de terminar de ler O dia de Curinga do Jostein Gaarder. E que livro. Comprei dia 29/11 e terminei hoje. Já li outros livros mais rápido, mas os livros desse autor, devem ser degustados.
&#160;
Vou transcrever a “orelha”:
“De uma antiga cidade portuária ao sul da Noruega à pátria dos filósofos antigos, a Grécia, passando pelos Alpes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=26&subd=cannecchia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Acabei de terminar de ler <strong>O dia de Curinga do Jostein Gaarder</strong>. E que livro. Comprei dia 29/11 e terminei hoje. Já li outros livros mais rápido, mas os livros desse autor, devem ser degustados.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Vou transcrever a “orelha”:</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">“<em>De uma antiga cidade portuária ao sul da Noruega à pátria dos filósofos antigos, a Grécia, passando pelos Alpes suíços: este é o roteiro da pequena epopéia que o garoto Hans-Thomas realiza com seu pai, em busca da mulher que os abandonou oito anos antes para encontrar a si mesma. Numa distante praia do mar Egeu, Anita, top model em Atenas, não desconfia dos planos do filho e do ex-marido, um filosofo amador, inclinado a bebida e dono de uma coleção de curingas de baralhos&#8230;” </em><span style="font-style:normal;">E por ai vai.</span></p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;font-style:normal;" class="western">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;font-style:normal;" class="western">Como sempre, os livros do Gaarder têm o poder de nos prender a atenção desde do início. Não dá para parar de ler.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;font-style:normal;" class="western">No meio da história, é inserida um outra história. E essa história é o “movimenta” o livro.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;font-style:normal;" class="western">Muito bom. Eu disse, disse e não disse absolutamente nada, hehe.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;font-style:normal;" class="western">Talvez esse seja o último livro que lerei esse ano&#8230;Mas ainda não decidi. Se bem que não posso ficar sem ler.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;font-style:normal;" class="western">A verdade é que eu fiquei extremamente encantada, mais uma vez, com Jostein Gaarder.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;font-style:normal;" class="western">&nbsp;</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cannecchia.wordpress.com/26/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cannecchia.wordpress.com/26/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cannecchia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cannecchia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cannecchia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cannecchia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cannecchia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cannecchia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cannecchia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cannecchia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cannecchia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cannecchia.wordpress.com/26/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=26&subd=cannecchia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Meu Interesse: Filosofia! Deu pra perceber?</title>
		<link>http://cannecchia.wordpress.com/2006/12/08/meu-interesse-filosofia-deu-pra-perceber/</link>
		<comments>http://cannecchia.wordpress.com/2006/12/08/meu-interesse-filosofia-deu-pra-perceber/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 18:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Sabe, não sei de onde vem esse meu interesse pela Filosofia. Meu primeiro contato foi na aulas do Ronaldo Arnoni, na faculdade.
Ele falava com tanta paixão sobre Platão, Heráclito, Socrátes, que não havia como não se apaixonar por tudo aquilo. Eu viajava. Não perdia as aulas. Alias poucos faltavam, e olha q era às sextas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=25&subd=cannecchia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Sabe, não sei de onde vem esse meu interesse pela Filosofia. Meu primeiro contato foi na aulas do Ronaldo Arnoni, na faculdade.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Ele falava com tanta paixão sobre Platão, Heráclito, Socrátes, que não havia como não se apaixonar por tudo aquilo. Eu viajava. Não perdia as aulas. Alias poucos faltavam, e olha q era às sextas feiras nas duas ultimas aulas. Aquilo foi tudo na minha vida. Quando o 2.o semestre acabou, pensei seriamente em abandonar aquele curso e me entregar os questionamentos, as divagações&#8230;</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Mas fiquei com medo, leve em consideração, que quase fiquei de DP por duas vezes nessa matéria.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Inexplicavelmente esse fato me fez gostar ainda mais de Filosofia.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Quase me inscrevi para estudar pela USP, mas não estava preparada, desisti. Me arrependi mais tarde.</p>
<p align="justify" style="margin-bottom:0;" class="western">Estou procurando uma forma de me dedicar exclusivamente a esse estudo. Estou indo devagar.</p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western">Mas não quero saber de Marilena Chauí, por favor.</p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western">&nbsp;</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cannecchia.wordpress.com/25/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cannecchia.wordpress.com/25/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cannecchia.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cannecchia.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cannecchia.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cannecchia.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cannecchia.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cannecchia.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cannecchia.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cannecchia.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cannecchia.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cannecchia.wordpress.com/25/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=25&subd=cannecchia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Jostein Gaarder</title>
		<link>http://cannecchia.wordpress.com/2006/12/05/jostein-gaarder/</link>
		<comments>http://cannecchia.wordpress.com/2006/12/05/jostein-gaarder/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2006 11:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Adoro Livros. Dia 22 comprei um pela Arte Pau Brasil, nunca mais compro nada desse site. Nada! Demora demais pra entregar.
Bom, comprei um livro q há muito tempo estava de zoio. O dia de Curinga de Jostein Gaarder. Iniciei  a leitura ontem. Muito bom.
Álias, preciso de TODOS os livros desse autor:

Diagnosen og andre noveller (O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=22&subd=cannecchia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Adoro Livros. Dia 22 comprei um pela Arte Pau Brasil, nunca mais compro nada desse site. Nada! Demora demais pra entregar.</p>
<p>Bom, comprei um livro q há muito tempo estava de zoio. O dia de Curinga de Jostein Gaarder. Iniciei  a leitura ontem. Muito bom.</p>
<p>Álias, preciso de TODOS os livros desse autor:</p>
<ul>
<li><em>Diagnosen og andre noveller</em> (<a href="http://null/wiki/O_P%C3%A1ssaro_Raro" title="O Pássaro Raro">O Pássaro Raro</a>) (1986) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=8535901736" class="internal">ISBN 8535901736</a></li>
<li><em>Froskeslottet</em> (O Castelo do Príncipe Sapo) (1988) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=8574061387" class="internal">ISBN 8574061387</a></li>
<li><strike><em>Kabalmysteriet</em> (</strike><a href="http://null/wiki/O_Dia_do_Curinga" title="O Dia do Curinga"><strike>O Dia do Curinga</strike></a><strike>) (1990) </strike><a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=042515999X" class="internal"><strike>ISBN 042515999X</strike></a><strike> </strike></li>
<li><em>Sofies verden</em> (<a href="http://null/wiki/O_Mundo_de_Sofia" title="O Mundo de Sofia">O Mundo de Sofia</a>) (1991) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=0425152251" class="internal">ISBN 0425152251</a></li>
<li><em>Julemysteriet</em> (1992) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=0374123292" class="internal">ISBN 0374123292</a></li>
<li><em>I et speil, i en gåte</em> (Através do Espelho) (1993) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=0753806738" class="internal">ISBN 0753806738</a></li>
<li><em>Hallo? Er det noen her?</em> (Ei! Tem alguém aí?) (1996) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=0374329486" class="internal">ISBN 0374329486</a></li>
<li><em>Vita Brevis</em> (<a href="http://null/wiki/Vita_Brevis" title="Vita Brevis">Vita Brevis</a>: a Carta de Flórida Emília para Aurélio Agostinho) (1996) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=0753804611" class="internal">ISBN 0753804611</a></li>
<li><em>Maya</em> (1999) <a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=0753811464" class="internal">ISBN 0753811464</a></li>
<li><em>Sirkusdirektørens datter</em> (2001)</li>
<li><strike><em>Appelsinpiken</em> (A Garota das Laranjas) (2004) </strike><a href="http://null/w/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=0297849042" class="internal"><strike>ISBN 0297849042</strike></a><strike> </strike></li>
</ul>
<p><strong>Jostein Gaarder</strong> é um escritor norueguês. É autor de romances, contos e histórias infantis.</p>
<p>Gaarder estudou línguas escandinavas e teologia na Universidade de Oslo. Antes de lançar sua carreira de escritor dava aulas de filosofia.</p>
<p>O seu trabalho mais conhecido é O Mundo de Sofia, um romance acerca da história da Filosofia. Este livro foi traduzido para 53 línguas, existem 26 milhões de cópias impressas, sendo que três milhões delas foram vendidas só na Alemanha.</p>
<p>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jostein_Gaarder">http://pt.wikipedia.org/wiki/Jostein_Gaarder</a></p>
<p><strong>I love Jostein Gaarder</strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cannecchia.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cannecchia.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cannecchia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cannecchia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cannecchia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cannecchia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cannecchia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cannecchia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cannecchia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cannecchia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cannecchia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cannecchia.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=22&subd=cannecchia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Filosofia</title>
		<link>http://cannecchia.wordpress.com/2006/11/13/filosofia/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 12:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem no Fantástico, naquele Quadro SER OU NÃO, está falando sobre algo muito interessante. Mas como sempre, não consegui assistir. Estava lavando louça e o BB cortou a mão num copo. ¬¬
Vou no site verificar&#8230;
Ai está&#8230;Vamos ler:
É possível viver sem arte?
&#8220;O que seria do ser humano sem a música, a pintura, o teatro? Como a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cannecchia.wordpress.com&blog=503776&post=15&subd=cannecchia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ontem no Fantástico, naquele Quadro SER OU NÃO, está falando sobre algo muito interessante. Mas como sempre, não consegui assistir. Estava lavando louça e o BB cortou a mão num copo. ¬¬</p>
<p>Vou no site verificar&#8230;</p>
<p>Ai está&#8230;Vamos ler:</p>
<p><em><strong>É possível viver sem arte?<br />
</strong>&#8220;O que seria do ser humano sem a música, a pintura, o teatro? Como a filósofa Viviane Mosé vai mostrar, arte é algo essencial para todos nós porque é capaz de transformar sofrimento em alegria. </em></p>
<p><em>A arte é condição da existência. É somente por meio da arte que a vida humana se torna possível. Não apenas a arte dos artistas, mas a atividade criadora, presente em tudo o que vive. O homem e a vida como obra de arte é o tema do último capítulo de &#8220;Ser ou Não Ser&#8221;.</em></p>
<p><em>A 29ª Bienal de São Paulo propôs a 118 artistas de todo o mundo o tema &#8220;Viver Junto&#8221;. Árabes, judeus, afegãos, entre outros, criaram mais de mil obras para discutir a dificuldade de diálogo que existe hoje em dia entre pessoas e culturas.  </em></p>
<p><em>&#8220;Que espaço é esse onde a gente vive junto? Quem é nosso vizinho, com quem a gente dorme, com quem a gente acorda? Esse ‘como viver junto’ traz a questão da distância, porque eu acho que é a grande crise que a sociedade contemporânea está enfrentando. As pessoas estão se matando sem dialogar”, comenta Lisette Lagnado, curadora-geral da Bienal de São Paulo.<br />
 <br />
As bicicletas de Jarbas Lopes, um dos artistas convidados para a Bienal, falam da importância das ruas, de como devemos retomar estes espaços de convivência que estamos perdendo. </em></p>
<p><em>“E a rua, claro, é o grande cenário, é a grande aventura, porque aqui é espaço livre, espaço aberto”, diz o artista plástico Jarbas Lopes. </em></p>
<p><em>Mas outros artistas não têm uma visão tão otimista sobre a possibilidade de &#8220;viver junto&#8221;.  </em></p>
<p><em>Um artista suíço, por exemplo, relaciona fotos de corpos mutilados &#8211; em uma referência à violência tão presente em nossas cidades &#8211; a livros e instrumentos de trabalho, como alicates, martelos. O que ele parece perguntar é: &#8220;para que serve a arte, a ciência, o pensamento, se os homens continuam se destruindo dessa forma?&#8221;. </em></p>
<p><em>“A gente está vivendo um momento muito difícil, um momento em que as promessas são vazias. Eu acho que ética tem sido uma palavra surrada pelas pessoas”, opina Lisette.</em></p>
<p><em>A ética, como você já viu aqui, é uma discussão a respeito dos valores morais. Mas como surgem estes valores? É o que pergunta o filósofo alemão Nietzsche.</em></p>
<p><em>Os valores morais, ele diz, não são eternos. Foram criados pelos homens. As coisas sozinhas não têm valor. Somos nós que atribuímos esse valor a elas. </em></p>
<p><em>Por exemplo: um monte de barro, sem forma, a princípio pode não ter muita importância. Mas se é do mesmo barro que fazemos moringas, bonecas e outros objetos, então, ele passa a ter outro valor. É isso o que acontece na comunidade de Maragogipinhos, Bahia, um dos maiores pólos de cerâmica do Brasil. </em></p>
<p><em>“Uma comunidade totalmente vivendo desse trabalho, passando de pais a filhos, e assim sucessivamente”, diz o artesão Edvaldo Conceição.<br />
 <br />
Se os valores são criados, moldados por nós, diz Nietzsche, então, eles precisam ser constantemente reavaliados. </em></p>
<p><em>“Eu percebi que estava vivendo em um mundo de ilusão. Eu concluí que minha vida era um nada”, conta Sebastião Nicomedes, ex-morador de rua.</em></p>
<p><em>Sebastião Nicomedes veio do interior de São Paulo. Pintava letreiros e instalava anúncios luminosos. Um dia, enquanto pendurava uma placa no segundo andar de um prédio, caiu e ficou gravemente ferido. </em></p>
<p><em>Quando recebeu alta do hospital, Sebastião descobriu que havia perdido todo o dinheiro que tinha. E mais: fora abandonado pela noiva e pela família. </em></p>
<p><em>“A única coisa que me restou foi uma bandeira, que eu tinha desde 2002, uma bandeira do Brasil. Não tinha mais nada”, relata. </em></p>
<p><em>E assim, ele se viu obrigado a morar na rua. “Por aqui eu dormia e, quando chovia, eu vinha sempre e procurava um toldo, sempre uma cobertura para estar embaixo”. </em></p>
<p><em>Sebastião passou a ver a vida de uma perspectiva totalmente diferente. “Olha, duas coisas que nunca tinha notado: morador de rua e carroceiro. Não notava que eles existiam. Ser uma pessoa na rua, é difícil isso, né? Você está isolado da sociedade, né?”. </em></p>
<p><em>Para Nietzsche, os valores que nossa civilização ocidental criou e cultivou afastaram o homem da vida. Nossa cultura substituiu a vida pela palavra. Enquanto falam e pensam, os homens não vêem o que acontece diante dos olhos. </em></p>
<p><em>“Existe dentro da grande metrópole, existe uma cidade sem voz e sem vez. As pessoas não te olham mais, é horrível você estar dormindo e alguém pular por cima de você. Porque é tão banal, ‘tá morando aí’, nem desviam para passar”, reclama Sebastião.</em></p>
<p><em>A promessa do paraíso fora deste mundo, de um futuro melhor além do nosso tempo, acabou nos deixando cada vez mais longe da única coisa que temos em nossas mãos: o instante, o presente. </em></p>
<p><em>Para Nietzsche, afastar o homem da vida o enfraquece e diminui. Mas o que é a vida, isto que temos aqui e agora? </em></p>
<p><em>A vida é um processo constante de expansão. Viver é expandir, ir além de si mesmo, superar-se. Por isso, as quedas, os obstáculos têm também um valor positivo, porque nos obrigam a ser melhores e maiores do que somos. </em></p>
<p><em>“Estava escrevendo um dia e um senhor chegou para mim e falou: ‘Você é letrado, rapaz, você podia escrever alguma coisa para mudar a situação da gente aqui, que o negócio não está bom’. Aquela questão de ele falar ‘escreve alguma coisa’ me motivou bastante”, conta Sebastião. “Comecei a escrever eles, sobre mim, sobre o que eu via, sobre esse mundo que ninguém consegue ver e não se importa muito”.  </em></p>
<p><em>O resultado foi a peça &#8220;Diário dum carroceiro&#8221;, em cartaz no circuito profissional de São Paulo.</em></p>
<p><em>A força criadora está presente não só no homem, mas em tudo o que vive. Por isso, criar não é uma escolha, não depende da nossa vontade. Este é o movimento da natureza, do mundo. A vida é um fenômeno artístico. </em></p>
<p><em>E o homem cria, porque dá vazão a este processo. A arte, como produto humano, é uma elaboração dessa força que existe na vida. É possível levar infinitamente adiante esta força criadora e moldar obras de arte grandiosas. </em></p>
<p><em>“Eu quero lançar um livro, eu quero fazer um roteiro de um filme, quero fazer um filme bom, sabe? Quero trazer um Oscar para o Brasil!”, sonha Sebastião. </em></p>
<p><em>E o homem pode também tomar a si mesmo nas mãos e fazer da vida uma obra de arte. “Hoje eu acho que sou um ser humano completo”, acrescenta ele. </em></p>
<p><em>Para Nietzsche, o homem não é um animal racional. Ao contrário, é um animal artístico. Reaproximá-lo da vida é reacender sua capacidade criativa, que aumenta sua força. </em></p>
<p><em>“Está tudo muito pronto. Tudo de R$ 1, tudo de R$ 1,99. As pessoas querem comprar pronto. Ninguém quer fazer, ninguém quer criar”, reflete o ex-morador de rua.</em></p>
<p><em>Somente quem tem o caos dentro de si pode dar à luz uma estrela bailarina. Era o que Nietzsche dizia. O conflito, as perdas são inevitáveis. Por isso, não podem ser um mal. Ao contrário: estimulam a vida. </em></p>
<p><em>Somente teremos uma sociedade ética quando conseguirmos moldar um homem forte, capaz de lidar com a dor e as frustrações e transformá-las em fonte de vida e ação. </em></p>
<p><em>“Dessa maneira eu sobrevivi, fiquei forte para poder seguir e contar, contar a minha história na vida, porque a história da gente não pode acabar assim, né, do nada, de repente”, orgulha-se Sebastião.&#8221;</em></p>
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